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Você está sendo enganado! Entenda como plano de saúde com médicos sem ética atrapalham seus cuidados médicos

Os planos de saúde surgiram por volta dos anos 50 e desde então são os itens de consumo mais desejados pelos brasileiros. Por meio deles, é possível ter uma assistência médica de qualidade, com mais facilidade.

O Estado oferece um sistema de saúde público, o SUS – o qual é referência mundial, por oferecer tantos benefícios ao povo. No entanto, a população do Brasil é enorme e cresce a cada ano.

Com isso, esse sistema público não consegue atender tanta demanda, o que causa alguns problemas, como demora de atendimento, filas de espera e outros transtornos.

Por isso, quem não deseja depender do SUS, procura o sistema privado. As mazelas do sistema público são a grande mídia para o sistema de saúde suplementar.

Os planos de saúde, então, são serviços oferecidos por operadoras, empresas privadas, que prestam assistência médica e hospitalar para seus beneficiários.

O intuito do Sistema de Saúde Suplementar, como também é chamado, é que as pessoas paguem de maneira preventiva para ter acesso à assistência de qualidade sempre que precisarem, sem precisar arcar com despesas médicas.

Na teoria, tudo isso funciona muito bem. De fato, é um serviço que ajuda milhares de pessoas – segundo o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), são  47,5 milhões de beneficiários atualmente.

A realidade é um pouco mais complexa. Em alguns hospitais credenciados a determinadas operadoras, a prioridade não é prestar um serviço de qualidade que ajudará as pessoas. Pelo contrário, é usá-las para conseguir mais dinheiro.

Sim, se você tem um convênio médico, é possível que esteja sendo enganado! Entenda como esse sistema ganha dinheiro em cima das suas doenças e problemas de saúde.

Plano de saúde: conflito entre interesses e a saúde

Os planos de saúde funcionam da seguinte maneira: a operadora do plano oferece uma rede de serviços – como médicos,  clínicas, laboratórios, hospitais, entre outros – e cobra uma mensalidade por isso.

Todos os custos são repassados aos beneficiários pelo valor da mensalidade. As operadoras, por sua vez, pagam aos hospitais pelos exames, internações e outros serviços.

Quanto mais procedimentos eles realizam, mais dinheiro eles ganham. Os clientes, que nestes casos são os pacientes, representavam o elo mais vulnerável dessa equação. 

Eles têm o reduzido controle sobre os seus maiores interesses que é o acesso aos serviços de saúde. É por isso que existem tantos problemas éticos atualmente no Sistema de Saúde Suplementar, em um cenário em que o foco é o dinheiro e não a saúde, os beneficiários são os maiores prejudicados. 

Dentre eles, o mais problema ético mais complexo e disfarçado: o conflito de interesses de médicos e hospitais. Muitos profissionais prevalecem seus interesses diante de suas responsabilidades científicas para com os pacientes. 

É o que acontece com os profissionais que pedem exames de forma excessiva e mais dias de internação sem necessidade, entre outras práticas infundadas.

A seguir, explicaremos algumas situações que evidenciam que nos contratos entre Operadoras de Planos de Saúde e Prestadores de Serviços, a qualidade dos atendimentos médicos não são o foco da relação, tampouco a prioridade. 

Como este conflito ético impacta a saúde das pessoas

O que muitos não sabem é que médicos de diversos hospitais ao redor do Brasil recebem bonificações por indicarem exames. São comissões, promoções, entre outros benefícios.

Com isso, diversos profissionais indicam exames aos seus pacientes de forma desnecessária apenas para ganhar suas bonificações no final do mês. O paciente, por outro lado, acredita que está sendo cuidado e que aquele profissional está investigando a fundo seu problema.

O que não é verdade, na grande maioria das patologias, o diagnóstico pode ser feito com poucos exames. Outra ação comum dentro dos hospitais é em relação às internações.

Cada internação gera custo e, então, a operadora paga ao hospital por ela. Sendo assim, o local ganha mais dinheiro por cada dia em que há pacientes internados. O que acontece muito é a manutenção das pessoas nos hospitais – fazendo exames desnecessários ou apenas de observação – apenas para ganharem mais dinheiro pelas diárias.

Ou seja, o paciente já poderia ir para casa, mas é mantido no hospital – longe de sua família e conforto do próprio lar – por puro interesse financeiro. O problema dessas situações é evidente. 

Além de ser um abuso, exames em excesso fazem mal para a saúde das pessoas que são expostas à radiação desnecessária e a riscos que alguns procedimentos invasivos proporcionam.

Essas práticas que vão totalmente contra a ética dos profissionais, colocam os pacientes em um risco desnecessário. Pessoas com baixa imunidade, por exemplo, podem pegar infecções, entre outros problemas, quando ficam muito tempo internados nos hospitais.

São riscos desnecessários! 

Como evitar esse conflito?

Basicamente, o melhor é procurar por planos de saúde que tenham uma rede credenciada focada no melhor dos pacientes – de preferência, aquelas que bonificam seus profissionais com base na resolução de doenças e não em dinheiro.É o caso da SLAM, uma operadora de plano de saúde ética, movida pela vontade de curar e proporcionar qualidade de vida para as pessoas.

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SLAM – SANTA LUZIA ASSISTÊNCIA MÉDICA S/A – CNPJ: 36.751.634/0001-23