Faça uma simulação online!

Quais os maiores problemas dos planos de saúde atuais? Esteja ciente para não se prejudicar!

Os planos de saúde são a melhor forma de garantir um acesso à saúde de forma facilitada, com mais agilidade e qualidade. É por isso que, segundo o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), 47,5 milhões de pessoas têm convênio médico no país. 

Apenas nos últimos anos, 555 mil novos beneficiários contrataram planos de saúde privados. O número expressivo da adesão se dá pelo conforto, segurança e tranquilidade que essas soluções oferecem.

Afinal, por mais que seja uma obrigação do Estado, o Sistema de Saúde público no Brasil está superlotado. Por mais que seja um sistema muito vantajoso, referência mundial, ele não comporta uma população de mais de 200 milhões de pessoas.

Por isso, não ter um convênio médico significa estar à mercê de um sistema que conta com grandes filas, demora no agendamento de consultas, poucos profissionais, entre outros problemas.

No entanto, existem algumas situações que não são exclusivas do sistema público. Uma pesquisa realizada em São Paulo pelo Datafolha indica que mais de 90% dos usuários do sistema particular enfrentam problemas na utilização dos serviços contratados.

É uma realidade que podemos perceber na prática. Poucas pessoas têm o privilégio de dizer que nunca tiveram nenhuma questão com planos de saúde. A seguir, indicaremos quais as questões mais recorrentes da população com os convênios.

Assim, quem ainda está em busca de um bom plano de saúde entenderá o que prestar atenção antes de assinar qualquer contrato. Por outro lado, quem tem um convênio e está passando por alguma das situações citadas, entenderá como agir. 

Acompanhe!

Problemas mais comuns no Sistema Complementar de Saúde

O Sistema Suplementar de Saúde é extremamente vantajoso e quem tem condições de pagar por um convênio médico, não deve pensar duas vezes. Como o ditado diz “com saúde não se brinca”.

Por isso, os planos médicos devem ser uma prioridade para pessoas que querem se proteger e ter fácil acesso à assistência médica, caso precisem. Além de ser uma ótima ferramenta para manter-se saudável, com exames, consultas e acompanhamentos de rotina.

O problema é que ainda é um sistema com pouca fiscalização e muitas brechas nas leis. As operadoras de planos de saúde que só se importam com o dinheiro, portanto, prezam pela lucratividade e não pela qualidade dos serviços.

O que resulta na grande maioria dos problemas que citaremos a seguir.

Reajustes abusivos nos planos de saúde

Existem dois tipos de reajustes de planos de saúde, os anuais e por faixa etária. O aumento no final e começo de ano é comum em diversos serviços, por ter um reajuste nos valores de materiais, equipamentos, entre outros fatores.

No entanto, o problema mais evidente é em relação aos reajustes abusivos por faixa etária. Existem 10 faixas etárias, ao passar de uma para outra, o convênio aumenta o valor de maneira considerável. 

Isso porque – segundo eles – os custos com pessoas mais velhas são maiores que com jovens. Há pesquisas que mostram que os idosos, por exemplo, estão gastando cerca de 70% da sua renda com planos de saúde – são valores muito altos, muitas vezes impossíveis de serem pagos.

Essa cobrança por faixa etária não é ilegal ou anti ética, o problema é quando esse reajuste é abusivo, como o que estamos acostumados a ver. O fato é que não pode ser cobrado mais de 60% do valor anterior, é uma norma.

O Sistema Tribunal de Justiça (STJ) indica que o reajuste etário cobrado de quem tem 59 anos ou mais, por exemplo, só é permitido se estiver previsto em contrato,  estar de acordo com as regras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e não ser fixado de forma desarrazoada ou aleatória. 

Caso a operadora faça essa cobrança abusiva, os beneficiários podem recorrer à justiça. Se for comprovado que a taxa está fora do previsto, o valor é readequado. Mas, lembre-se: é fundamental ter atenção ao assinar o contrato, dado que o valor do reajuste pode estar descrito no documento.

Planos de saúde com atendimento ruim 

O atendimento ruim é uma queixa constante. Mais do que ser mal atendido em hospitais e laboratórios, o problema é quando o beneficiário precisa realizar algum procedimento, entra em contato com a própria operadora e não tem um contato satisfatório.

Muitos encontram essa dificuldade para conseguir autorização para realizar determinados exames, procedimentos específicos, cirurgias e outros serviços – os quais estão descritos em contrato. 

Além da falta de estrutura necessária para atender os clientes. O atendimento ainda é uma questão sobre as consultas médicas. Beneficiários indicam que os médicos são rápidos, não dão a devida atenção e pouco ajudam.

Mudança da rede credenciada

Um dos maiores problemas indicados pelos beneficiários é a mudança da rede credenciada. Ou seja, os planos mudam quais hospitais, médicos e laboratórios atendem determinado convênio de uma hora para outra, sem consultar as pessoas.

Essa alteração não é proibida por lei, se feita corretamente. As autoridades indicam que a operadora pode sim mudar a rede, contanto que seja para parceiros similares.

Então, mudar de hospital somente se o novo local de atendimento for tão bom quanto o antigo e oferecer os mesmos serviços. Caso contrário, os beneficiários também podem procurar ajuda na justiça. 

Conte com uma operadora de planos de saúde de qualidade

Para não ter esses e outros problemas, o ideal é que as pessoas contem com operadoras de qualidade. A SLAM é uma delas! Somos referências neste segmento pela eficiência e ótima prestação de serviços.

Somos uma operadora regional em Brasília, por isso, oferecemos um atendimento próximo e pessoal. Contamos com os melhores médicos, hospitais e parceiros que há no mercado para garantir uma assistência médica de qualidade, especialmente para aqueles que são exigentes com a própria saúde e de sua família. 

Acesse nosso site para mais informações! Nossa prioridade é o bem-estar de nossos beneficiários.

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no twitter

SLAM – SANTA LUZIA ASSISTÊNCIA MÉDICA S/A – CNPJ: 36.751.634/0001-23

Este site usa cookies para garantir que você obtenha a melhor experiência e segurança em nosso site.