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Slam faz doações para ajudar no combate ao novo coronavírus

A luta contra o novo coronavírus (Covid-19) cresce a cada dia. E constantemente pensamos em formas de contribuir com a sociedade e os profissionais da saúde. Hoje (02), nosso CEO, Dr. Tiago Pechutti Medeiros, concedeu entrevista ao portal de notícias Repórter Especial para explicar as medidas que a Slam está adotado no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Confira na íntegra a entrevista.

 

Coronavírus infecta mais de 1 milhão de pessoas no Mundo

Empresas fazem doações para ajudar no combate ao vírus

O mundo já tem mais de 1 milhão de pessoas infectadas pelo coronavírus. Já houve mais de 50 mil mortes em todo o planeta. Os dados são da OMS (Organização Mundial de Saúde) e foram divulgados, nesta quinta-feira, 02 de abril de 2020. Só no Brasil, já são mais de 300 mortes. Por causa das graves estatísticas, o planeta está em quarentena. E isso gerou profundo impacto na economia do mundo.

E o número de casos não para de crescer, ao ponto de profissionais de saúde já enfrentarem a falta de suprimentos médicos para o atendimento à população. E é nesse cenário assustador, que algumas empresas têm adotado medidas para colaborar no combate ao vírus e reduzir os impactos da doença.

No Distrito Federal, a Operadora de Saúde Slam tem doado Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os profissionais da área de saúde, que estão na linda de frente no atendimento, diagnóstico e tratamento da doença.

“Esses equipamentos contribuirão para que os profissionais, que atuam dentro do ambiente hospitalar, possam continuar a realizar os atendimentos com segurança e tranquilidade”, disse o CEO da Slam Saúde, Tiago Pechutti Medeiros.

Ceo da Slam Saúde, Tiago Pechutti Medeiros. Foto: Jean Carlos

Médico de formação, o executivo da Slam ainda faz uma análise sobre a transmissão do vírus. “Com a rápida transmissão do vírus pelo mundo, houve um pânico natural dessa situação, principalmente pelo fato de a Itália registrar um elevado número de complicações e óbitos. Não seria diferente, pois a população desse país tem um número de idosos acima da média. A partir daí há um efeito cascata, confluindo na medida de contenção do contágio, chamado isolamento social”, completou.

Enquanto muitos estão em casa, mediante recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, governos e empresas tentam diminuir o avanço da pandemia. Os Médicos e profissionais da saúde fazem parte da lista de profissionais essenciais, neste momento.

“Apesar de sermos uma Operadora de Saúde Privada, temos consciência da nossa responsabilidade social e nesse contexto, nosso entendimento é que o setor privado, dentro das suas possibilidades também somem forças”, reforça Medeiros.

Empresas estão preocupadas com a falta de EPIs. Foto: Canva

Ele ainda reflete sobre a situação da sociedade no futuro. “Minha preocupação é como estará a sociedade após a chamada primeira onda (o contágio), que como toda epidemia por vírus tem um ciclo e acaba”, explica. “Então, entraremos na segunda onda. E como a população estará mental e socialmente para voltar a vida normal? “, questiona.

No Brasil, o Ministério da Saúde acredita que o pico da epidemia no Brasil aconteça, neste mês de abril, entre os dias 25 e 30.

Fonte: Portal Repórter Especial

Acesse a matéria em: https://www.reporterespecial.com.br/post/coronavirus-infecta-mais-de-1-milhao-de-pessoas-no-mundo