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Telemedicina vai acabar depois da pandemia? Consultas online vieram para ficar: entenda os motivos!

Adaptação está sendo uma das palavras mais utilizadas nos últimos tempos. Com o avanço da pandemia da Covid-19 em 2020, todos nós precisamos nos adaptar de alguma forma.

Nossos hábitos de higiene foram intensificados, costumes sociais precisaram mudar e até mesmo a forma como nos consultamos com médicos precisou ser adaptada – já que o isolamento social e o medo da contaminação pelo vírus fizeram com que as pessoas deixassem de ir pessoalmente aos hospitais para consultas médicas.

O que fazer então para acompanhar um tratamento ou verificar se deve realizar exames? A relação entre médico e paciente precisou ser reinventada, afinal, o acesso à especialistas é fundamental para a qualidade de vida de todos. 

Foi neste cenário que, mais uma vez, a tecnologia se fez necessária e contribuiu muito para nós: chegou a telemedicina, um serviço de assistência à saúde feito à distância. 

Em muitos casos, a telemedicina pode substituir a ida presencial do paciente ao consultório para obter informações médicas. As consultas são feitas por ferramentas online, as quais geralmente utilizam a câmera e o microfone de computadores ou dispositivos móveis (como celular e tablet). 

Telemedicina no Brasil

Embora alguns ainda sejam reticentes com esse modelo de atendimento, a telemedicina no Brasil começou a ganhar mais força. 

Em um cenário caótico, de medo e cautela, essa tecnologia tornou-se uma necessidade e ajudou milhões de brasileiros.

De acordo com um estudo realizado pela Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), mais de 7,5 milhões de atendimentos foram realizados por este recurso durante a pandemia no país.

Mas a telemedicina vai permanecer funcionando aqui? Será que os brasileiros vão adotar essa tecnologia depois que deixar de ser a única forma segura de consultar médicos sem risco de contaminação? 

Essas dúvidas sobre este tema são comuns e amplamente discutidas na área. A seguir, traremos um pouco dessa discussão ao longo do conteúdo.

Para a SLAM, uma operadora de saúde que oferece este serviço, a telemedicina está apenas começando a se popularizar e tem um grande potencial de desenvolvimento no Brasil.

Entenda!

O desenvolvimento da telemedicina

Embora muitos só tenham tido o primeiro contato com esse recurso recentemente, a telemedicina já existe há anos no Brasil e no mundo. A teleconsulta, inclusive, já é considerada como a primeira opção de atendimento em alguns países afora.

Pensando neste conceito, podemos perceber o uso de várias soluções em circunstâncias diferentes. 

Inclusive, muitos especialistas dizem que médicos passaram a se comunicar com a população a distância, tendo o auxílio de um ajudante comunitário durante a Idade Média (época em que as pragas eram comuns na Europa).

Nesse caso, o ajudante informava os sintomas ou a evolução da doença para o médico, que por sua vez passava as orientações de medicamentos e tratamentos a serem realizados. 

Outro exemplo de canal intermediário entre pacientes e médicos é o rádio. Isso aconteceu na Segunda Guerra Mundial. Este aparelho conectou médicos que estavam nas estações costeiras aos médicos dos hospitais de retaguarda que buscavam informações de apoio. 

Também tem várias menções do uso dessa tecnologia ao longo da história.

O fato é que, em nosso país, os primeiros experimentos de consultas por telemedicina aconteceram em 1990. 

Ao longo dos anos, essa tecnologia foi se desenvolvendo, ganhando espaço entre os profissionais da área. Hoje é uma grande aliada da população e setor de saúde (tanto público quanto privado) – especialmente depois que o Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamentou a telemedicina, o que aconteceu em março de 2020, frente à necessidade da pandemia. 

Então, essa tecnologia já é usada há anos. É consolidada em outros países e está se consolidando cada vez mais no Brasil. 

Desse modo, temos base para certificar que o atendimento por telemedicina continuará após a pandemia. Acreditamos que a popularização desse suporte está apenas começando e vai ser cada vez mais reconhecida como algo confiável e eficiente. 

A pandemia foi uma porta de entrada dessa tecnologia, quando mais pessoas puderam usufruir de seus benefícios. 

A tendência é que essa tecnologia permaneça e cresça no Brasil

Uma pesquisa da Capterra, plataforma de busca e comparação de softwares, indica que 55% dos entrevistados utilizaram a telemedicina online pela primeira vez ao longo desses meses que evitamos aglomerações. 46% deles dizem que pretendem continuar utilizando este serviço ou aumentar o uso mesmo após o fim da pandemia.

Ou seja, mesmo que haja uma normalização do convívio social, mais da metade dos pacientes que vivenciaram as vantagens da telemedicina, pretendem adotá-las em sua rotina. 

Especialistas indicam que a telemedicina tem grandes chances de se consolidar na área médica e está avançando nesse caminho – mesmo com os desafios a serem enfrentados ao longo do caminho, como a descrença de muitos brasileiros que ainda resistem ao serviço.

No entanto, acredita-se que cada vez mais pessoas passarão a usar a telemedicina para questões do dia a dia, especialmente quando mais otimizadas e esse serviço é fundamental para isso.

Além da facilidade proporcionada a pessoas com agendas mais corridas, a telemedicina também é a solução ideal para possibilitar o acesso à assistência médica de pessoas que estão em outras cidades, estados ou viajando. Os benefícios são diversos!

Importante: a consulta online deve ser uma aliada ao acesso tradicional à saúde

Há situações em que a atenção médica presencial é mandatória, como em casos de dificuldade em respirar, atendimento de emergência após algum acidente mais grave e outros tratamentos mais complexos. Fora essas questões que precisam do contato físico e medidas mais urgentes, todas as outras podem ser examinadas por meio da teleconsulta (até mesmo dar seguimento nos tratamentos de AVC e aneurisma cerebral).

O médico precisa apenas visualizar o laudo dos exames do paciente e dar as orientações necessárias. Todos os documentos podem ser enviados via internet também.

A telemedicina é uma grande aliada do sistema de saúde que já conhecemos porque garante mais facilidades aos seus adeptos, inclusive os médicos.

Como beneficiário, você tem atendimento médico disponível com apenas alguns cliques, de onde estiver, quando precisar. Não há nada mais prático e seguro do que ter um apoio constante e de fácil acesso.

Para os médicos, é possível atender mais pacientes e não ter que enfrentar problemas com trânsito, com atrasos provocados por falta de organização do hospital, entre outros imprevistos. 

Então, para nós da SLAM e outros diversos especialistas da área, a telemedicina veio para ficar, o futuro já começou. Os benefícios são diversos e é questão de tempo para que as pessoas passem a adotá-los na sua rotina.

Telemedicina SLAM

A SLAM é uma das diversas operadoras que oferecem a tecnologia. Contamos com uma equipe médica especializada e qualificada para realizar consultas por meio da telemedicina, com profissionais dispostos a orientar seus pacientes da melhor forma e sem interferências circunstanciais que podem prejudicar a tratativa presencial.

A dinâmica será a mesma do sistema presencial, contando com atenção e cuidado com a saúde de médicos experientes. A diferença é que as pessoas não precisam se deslocar ou aguardar atendimento médico em uma sala de espera lotada, expostas a contaminações e outros problemas.Caso seja necessário, haverá o encaminhamento ao médico presencial. Se tiver dúvidas sobre o tema e queira entender com mais detalhes como funciona telemedicina na SLAM, entre em contato! Comece a usar essa tecnologia e se surpreenda com seus benefícios.

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SLAM – SANTA LUZIA ASSISTÊNCIA MÉDICA S/A – CNPJ: 36.751.634/0001-23

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